Questões de prova: Concurso EBSERH-HUGG-UNIRIO, 2016 – Medicina do Adolescente


Questões de prova: Concurso EBSERH-HUGG-UNIRIO, 2016 – Medicina do Adolescente.

Questões

01- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas: A sequência de eventos que caracteriza a maturação sexual na puberdade é muito variável, mas, via de regra, o _____, no homem, e o _____, na mulher, são as primeiras evidências.
a) aparecimento dos pelos faciais; aparecimento dos pelos axilares.
b) aparecimento da pilosidade pubiana; surgimento dos pelos pubianos.
c) aparecimento da pilosidade pubiana; aparecimento do broto mamário.
d) aumento do volume testicular; aparecimento do broto mamário.
e) aumento do volume testicular; surgimento dos pelos pubianos.

02- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) As diferentes fases do estirão de crescimento se relacionam de maneira peculiar com outros fenômenos da puberdade, como a maturação sexual, de forma que o estadiamento puberal permite a estimativa do momento de crescimento esquelético do adolescente. Nas meninas, de acordo com a classificação de Tanner, o pico de crescimento ocorre no:
a) Estágio M3.
b) Estágio M2.
c) Estágio M1.
d) Estágio M4.
e) Estágio M5.

03- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) O estadiamento puberal de Marshall e Tanner faz parte da rotina de avaliação clínica do adolescente, possibilitando a identificação do estágio de maturação sexual em que ele se encontra e sua correlação com outros eventos da puberdade. Nos meninos, nos quais se observa o aumento do pênis, principalmente em diâmetro e desenvolvimento da glande, o maior crescimento de testículos e escroto, cuja pele torna-se mais enrugada e pigmentada e a presença de pelos do tipo adulto, cobrindo mais densamente a região pubiana, mas sem atingir a face interna das coxas, classifica-se o estadiamento puberal como:
a) G3P3.
b) G4P3.
c) G4P4.
d) G5P4.
e) G5P5.

04- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas: As definições de adolescência frequentemente vinculam-se à idade e às transformações anatômicas e fisiológicas características da puberdade. Do ponto de vista cronológico, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera adolescente o indivíduo entre _____ de idade e de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) – Lei n. 8.069, de 13/07/1990 – é considerado adolescente o indivíduo entre _____ de idade.
a) 10 e 19 anos; 12 e 18 anos.
b) 12 e 18 anos; 10 e 18 anos.
c) 12 e 18 anos; 14 e 18 anos.
d) 10 e 19 anos; 14 e 18 anos.
e) 12 e 20 anos; 10 e 20 anos.

05- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Para que a busca da identidade adulta principal, tarefa da adolescência, possa acontecer, é necessário que o jovem vivencie o luto por três grandes perdas: a perda do corpo infantil, a perda dos pais da infância e a perda da identidade e do papel infantil. A elaboração destas perdas manifesta-se por meio de atitudes comportamentais e emocionais, que Aberastury e Knobel agruparam e denominaram de:
a) Adolescência.
b) Juventude.
c) Adolescer.
d) Síndrome da Adolescência Normal.
e) Síndrome do Luto da Adolescência.

06- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) A etapa do desenvolvimento sexual na qual a energia sexual é alta e a ênfase é dada aos contatos físicos, o comportamento sexual é exploratório, acontece o início das experimentações sexuais ou da fase bissexual e, na qual, o risco maior dessa fase é a negação das consequências do comportamento sexual irresponsável, ocorre:
a) Na pré-adolescência, dos 8 aos 10 anos de idade.
b) Na adolescência inicial, dos 10 aos 13 anos de idade.
c) Na adolescência média, dos 14 aos 16 anos de idade.
d) Na adolescência tardia, dos 17 aos 20 anos de idade incompletos.
e) Na fase de adulto jovem, após os 20 anos de idade.

07- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Nas diretrizes brasileiras atuais, publicadas pelo Ministério da Saúde, em 2011, em parceria com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia e a Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, o início do rastreamento para o câncer de colo do útero em adolescentes é recomendado:
a) Após o início da atividade sexual, independentemente da idade e do número de parceiros, da prática sexual e da imunocompetência.
b) Após 3 anos do início da atividade sexual, independentemente da idade, do número de parceiros ou da prática sexual e da imunocompetência.
c) Após os 15 anos de idade para mulheres imunocompetentes que já iniciaram vida sexual, independentemente do número de parceiros ou da prática sexual.
d) Após os 18 anos de idade para mulheres imunocompetentes que já iniciaram vida sexual, independentemente do número de parceiros ou da prática sexual.
e) Após os 21 anos de idade para mulheres imunocompetentes que já iniciaram vida sexual, independentemente do número de parceiros ou da prática sexual.

08- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) A importância da dislipidemia e a associação causal com a aterogênese em adultos estão bem estabelecidas. Em 2011, uma recomendação referendada pela Academia Americana de Pediatria e Academia Americana de Cardiologia, com ações integradas para a redução do risco cardiovascular, baseadas em evidências, concluiu que apenas o uso da história familiar para identificação dos pacientes a serem rastreados não era suficiente. Desta forma, preconizou-se, independente da presença dos fatores de risco, um primeiro rastreamento universal do perfil lipídico na faixa etária de:
a) 5 a 8 anos de idade.
b) 9 a 11 anos de idade (antes do início puberal).
c) 12 a 14 anos de idade.
d) 15 a 17 anos de idade.
e) 17 a 21 anos de idade.

09- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Com a grande prevalência das condições de excesso nutricional (sobrepeso e obesidade) em pediatria, tem ocorrido grande aumento na detecção de dislipidemias nessa população. Para crianças e adolescentes, consideram-se níveis elevados do LDL-colesterol (LDL-C) os valores superiores a:
a) 130 mg/dL.
b) 100 mg/dL.
c) 150 mg/dL.
d) 170 mg/dL.
e) 200 mg/dL.

10- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Em relação à triagem para a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em adolescentes, estão corretas as afirmativas:
I. Pessoas que estão sendo testadas para o HIV devem dar o seu consentimento ao exame.
II. Testagem obrigatória ou compulsória nunca é apropriada, independentemente da fonte da coerção: prestadores de cuidados de saúde, parceiros, familiares, empregadores ou outros.
III. O acesso ao exame anti-HIV é um direito de todos os cidadãos independentemente de sua idade.
IV. O conteúdo das discussões entre a pessoa testada e o profissional de saúde, provedor de testes, bem como os resultados, não será divulgado a terceiros sem consentimento da pessoa testada.

a) I e II, apenas.
b) I e IV, apenas.
c) II e III, apenas.
d) III e IV, apenas.
e) I, II, III e IV.

11- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Em relação à vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), para os adolescentes que não receberam nenhuma dose da vacina ou que têm antecedentes vacinais desconhecidos a conduta é aplicar:
a) Uma dose da vacina.
b) Duas doses da vacina, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
c) Duas doses da vacina, com intervalo mínimo de 60 dias entre as doses.
d) Três doses da vacina, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
e) Três doses da vacina, com intervalo mínimo de 60 dias entre as doses.

12- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) A recente epidemia de obesidade na faixa etária pediátrica foi acompanhada por uma aumento da prevalência de diabete melito tipo 2. Em 2010, a Associação Americana de Diabetes modifcou as diretrizes para o diagnóstico de Diabete Melito tipo 2, acrescentando também a dosagem de hemoglobina glicada (HbA1c). Tanto em adultos quanto em crianças, para o diagnóstico de diabete e pré-diabete, deve-se considerar os seguintes valores de hemoglobina glicada (HbA1c), respectivamente:
a) HbA1c = 5,7%; HbA1c entre 5,1 e 5,7%.
b) HbA1c = 5,9.%; HbA1c entre 5,3 e 5,9%.
c) HbA1c = 6,1%; HbA1c entre 5,5 e 6,1%.
d) HbA1c = 6,1%; HbA1c entre 5,7 e 6,1%.
e) HbA1c = 6,5%; HbA1c entre 5,7 e 6,4%.

13- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Se os índices de suicídio do Brasil, incluindo o de crianças e adolescentes, são relativamente baixos, quando comparados a outros países do planeta, ainda resta um fato preocupante: nossos índices vêm crescendo lentamente ao longo do tempo, principalmente, entre os adolescentes:
a) Brancos, com baixo nível de escolaridade.
b) Negros, com baixo nível de escolaridade.
c) Indígenas.
d) Negros, independentemente do nível de escolaridade.
e) Brancos, independentemente do nível de escolaridade.

14- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) A notificação de violência doméstica, sexual e/ou outras violências foi implantada no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), em 2009. Em relação ao SINAN, estão corretas as afirmativas:
I. Essa notificação deve ser realizada de forma universal, contínua e compulsória diante da suspeita ou confirmação de violências dirigidas a crianças, adolescentes, mulheres e idosos, atendendo às Leis 8.069 (Estatuto da Criança e Adolescente), 10.741 (Estatuto do Idoso) e 10.778 (notifcação compulsória da violência contra a mulher).
II. Essa notificação é realizada pelo gestor de saúde do SUS, mediante o preenchimento de uma Ficha específica.
III. Deve-se considerar que os quantitativos registrados pelo SINAN representam só a ponta do iceberg das violências cotidianas que efetivamente acontecem: são aquelas que, por sua gravidade e possíveis sequelas, demandam atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e que, ao mesmo tempo, são identificadas como violência e registradas no SINAN.
IV. Segundo o SINAN, no ano de 2014, a violência largamente predominante na faixa dos menores de 1 ano foi a negligência/abandono.

a) I e II, apenas.
b) I e IV, apenas.
c) II e III, apenas.
d) III e IV, apenas.
e) I, II, III e IV.

15- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), do Ministério da Saúde, que registra os atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) no campo das violências, no ano de 2014 foram registrados 97.976 atendimentos na faixa etária dos menores de um ano a 17 anos de idade. Segundo o SINAN, em 2014 no Brasil, o tipo de violência que teve maior incidência foi a:
a) Violência física.
b) Negligência/abandono.
c) Violência psicológica.
d) Violência sexual.
e) Violência fnanceira/trabalho infantil.

16- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Para garantir os direitos de adolescentes, o Brasil introduziu nas agendas das políticas nacionais o programa de erradicação do trabalho infantil, o que reduziu o número absoluto de crianças exploradas no trabalho formal. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no artigo 60, determina a proibição de qualquer trabalho para os menores de dezesseis anos de idade, salvo na condição de aprendizes a partir de:
a) Dez anos de idade.
b) Onze anos de idade.
c) Doze anos de idade.
d) Treze anos de idade.
e) Quatorze anos de idade.

17- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) O total de massa óssea adquirida no período entre 10 e 20 anos de idade é considerado um dos fatores de proteção mais importante na prevenção da osteopenia/osteoporose e fraturas por fragilidade, que ocorrem durante a adultícia e a senilidade. Entre os principais estudos que avaliam o papel dos nutrientes na determinação do pico de massa óssea, a ingestão dietética de cálcio recebe destaque. De acordo com a Dietary Reference Intake (DRI), durante a adolescência, a quantidade preconizada de ingestão de cálcio é de:
a) 500 mg/dia, para ambos os sexos.
b) 500 mg/dia para os meninos e 1.000 mg/dia para as meninas.
c) 1.000 mg/dia para os meninos e 2.000 mg/dia para as meninas.
d) 1.300 mg/dia, para ambos os sexos.
e) 1.000 mg/dia, para ambos os sexos.

18- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) No Brasil, apesar da ausência de um levantamento multicêntrico, existe o consenso na comunidade científica de que a anemia ferropriva tem alta prevalência em todo o território nacional, atingindo todas as classes sociais. Na ausência de estados infecciosos, inflamatórios ou malignos, a ferritina é o indicador mais precoce e específico de ferropenia, quando em níveis inferiores a:
a) 12 ng/mL.
b) 22 ng/mL.
c) 32 ng/mL.
d) 42 ng/mL.
e) 52 ng/mL.

19- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Para avaliação nutricional do adolescente, obtém-se o índice de massa corporal (IMC) e esse valor deve ser plotado em curva de referência para idade e o sexo. De acordo com os critérios da Organização Mundial da Saúde (2006-2007), o adolescente com IMC acima do escore Z +2 e igual ou abaixo do escore Z +3 deve ser classificado como:
a) Eutrófico.
b) Risco para sobrepeso.
c) Sobrepeso.
d) Obeso.
e) Obeso grave.

20- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) No acompanhamento de adolescentes com diagnóstico de excesso de peso é importante o acompanhamento multidisciplinar e a realização de atividades em grupo com a participação dos adolescentes e suas famílias, com temas como alimentação saudável, atividade física e complicações associadas à obesidade, nas quais a participação ativa dos envolvidos é de suma importância. Em relação à atividade física, um dos temas a ser abordado nas reuniões multidisciplinares, a Academia Americana de Pediatria recomenda limitar o tempo de computador, televisão e jogos eletrônicos a, no máximo:
a) Trinta minutos diários.
b) Duas horas diárias.
c) Três horas diárias.
d) Quatro horas diárias.
e) Seis horas diárias.

21- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Em relação às propostas de educação sexual para adolescentes em diferentes espaços, família, escola e serviços de saúde, estão corretas as afirmativas:
I. A família deveria estar presente no processo de educação sexual, por ser o primeiro grupo veiculador dos valores sociais e da cultura.
II. Alguns autores constataram que o fato de as jovens terem aulas sobre sexualidade, infuencia na decisão sobre o início da atividade sexual e no uso menos frequente de preservativo na primeira relação sexual. Estas atitudes são decorrentes do comportamento desafiador, característico desta fase.
III. Na escola, somente os professores de ciências ou biologia deveriam ser os responsáveis pela transmissão desse conteúdo, por serem os profissionais mais capacitados para abordarem o assunto.
IV. O pediatra e os demais profissionais da saúde não deveriam basear a orientação sexual no uso do preservativo ou método anticoncepcional apenas, mas no resgate do indivíduo como sujeito de suas ações, objetivando favorecer o desenvolvimento da cidadania e o compromisso consigo mesmo e com o outro.

a) I e IV, apenas.
b) I e II, apenas.
c) II e III, apenas.
d) III e IV, apenas.
e) I, II, III e IV.

22- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Pacientes portadoras de doenças crônicas, frequentemente, utilizam várias medicações simultâneas e por tempo prolongado, cujas interações com o método contraceptivo devem ser consideradas. Algumas drogas podem ter seus efeitos alterados pelos anticoncepcionais combinados orais (ACO). Assinale abaixo, a classe de fármacos que pode ter seu efeito diminuído pelos ACO:
a) Antidepressivos tricíclicos.
b) Benzodiazepínicos.
c) Metilxantinas.
d) Anticoagulantes orais.
e) Betabloqueadores.

23- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) O uso e o abuso de álcool e de outras drogas são causas importantes de situações de risco na adolescência, necessitando de ações preventivas precoces e dirigidas aos diferentes grupos de adolescentes, tanto para reduzir os fatores de risco, como, principalmente, para potencializar os fatores de proteção. Assinale a alternativa abaixo que aponta alguns dos fatores de risco parentais para o uso de drogas pelo adolescente:
a) Ausência de investimento nos vínculos que unem pais e filhos; aprovação do uso de drogas pelos pais; disponibilidade de informações sobre o uso de drogas; forte envolvimento com atividade escolar e/ou religiosa.
b) Monitoramento das atividades e amizades do adolescente; ausência de investimento nos vínculos que unem pais e filhos; disponibilidade de informações sobre o uso de drogas; forte envolvimento com atividade escolar e/ou religiosa.
c) Ausência de investimento nos vínculos que unem pais e flhos; aprovação do uso de drogas pelos pais; envolvimento materno insuficiente; monitoramento parental deficiente.
d) Monitoramento das atividades e amizades do adolescente; forte envolvimento com atividade escolar e/ou religiosa; disponibilidade de informações sobre o uso de drogas; estabelecimento de laços afetivos entre os membros da família.
e) Monitoramento das atividades e amizades do adolescente; estabelecimento de laços afetivos entre os membros da família; aprovação do uso de drogas pelos pais; envolvimento materno insuficiente.

24- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) Os ciclos menstruais são, comumente, irregulares no início da adolescência. O intervalo padrão do adulto é estabelecido por volta do sexto ano ginecológico, na idade cronológica de, aproximadamente, 18 a 19 anos. Apesar, portanto, da variabilidade, deveriam ser investigados, mesmo na adolescente, ciclos menstruais com as seguintes características:
a) Ciclos com intervalos inferiores a 21 dias ou superiores a 34 dias.
b) Ciclos com intervalos inferiores a 21 dias ou superiores a 45 dias.
c) Ciclos com intervalos inferiores a 24 dias ou superiores a 40 dias.
d) Ciclos com intervalos inferiores a 24 dias ou superiores a 34 dias.
e) Ciclos com intervalos inferiores a 28 dias ou superiores a 45 dias.

25- (2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO) O diagnóstico etiológico das vulvovaginites específcas deve ser feito, sempre que possível, usando dados da anamnese, do exame físico, do teste de pH vaginal, do teste das aminas e da microscopia direta. A queixa da presença de um corrimento branco-acinzentado, não espesso e homogêneo, de odor fétido, que reveste a vagina, sem processo inflamatório da vulva ou da vagina, que, frequentemente, piora após a relação sexual e a menstruação, que não costuma apresentar prurido, desconforto ou dispareunia, com resultados do teste do pH vaginal > 4,5 e teste das aminas positivo, sugere o diagnóstico de:
a) Vaginose bacteriana.
b) Candidíase vulvovaginal por Candida parapsilosis.
c) Candidíase vulvovaginal por Candida albicans.
d) Vulvovaginite por Trichomonas vaginalis.
e) Corrimento vaginal fisiológico do adolescente.

Questões de prova: Concurso EBSERH-HUGG-UNIRIO, 2016 - Medicina do Adolescente

Gabarito

2016- EBSERH/HUGG/UNIRIO
Questão Alternativa correta
01 D
02 A
03 C
04 A
05 D
06 C
07 E
08 B
09 A
10 E
11 B
12 E
13 C
14 E
15 A
16 E
17 D
18 A
19 D
20 B
21 A
22 D
23 C
24 B
25 A

• Marcelo Meirelles
– Médico Pediatra
– Médico Hebiatra (Especialista em Medicina do Adolescente)


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